Hanseníase: sintomas vão além das manchas na pele

Brasil é o segundo país no mundo no diagnóstico da doença

O Brasil é o segundo país no mundo no diagnóstico de hanseníase. Em Santa Catarina, são mais de dois pacientes a cada 100 mil habitantes. Em Videira, de acordo com a coordenadora da Vigilância Epidemiológica do município, Alessandra Perazzoli de Souza, atualmente são três pessoas fazendo uso da medicação. Ainda, são 30 pacientes que estão sendo acompanhados por já terem feito todo o tratamento.

A hanseníase é transmitida por uma microbactéria que passa de pessoa para pessoa através das vias aéreas, ou seja, pela respiração. Geralmente o contágio vai ocorrer entre aqueles que têm um contato mais íntimo e mais prolongado, como os membros de uma família, por exemplo. Os sintomas podem levar anos para se manifestarem. Por isso, algumas pessoas que adquiriram a doença na infância, enquanto residiam com algum familiar, podem desenvolver a doença só na fase adulta.

A principal associação feita com a hanseníase são as manchas na pele. O médico infectologista Bruno Vitiritti Zanardo explica como podem ser essas manifestações.

 

O médico Bruno lembra, no entanto, que além das manchas na pele, há muitos outros sintomas indicativos da doença, que costumam passar despercebidos ou até confundidos com outras doenças.

 

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica dá mais detalhes sobre como funciona o diagnóstico e os encaminhamentos para o Programa de Prevenção contra a Hanseníase, desenvolvido no município.

 

O que muitas pessoas não sabem, segundo o médico Bruno, é que com o tratamento correto e o acompanhamento adequado após o uso da medicação, a hanseníase tem cura.

 

A vacina que previne a hanseníase é a BCG, feita na infância e que deixa uma cicatriz no braço direito.

Fonte: Jornalismo Rádio Videira
Foto: Imagem ilustrativa/ Divulgação
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